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A escalada é uma modalidade esportiva que abrange diferentes disciplinas. Trata-se da subida de superfícies verticais, englobando paredões de rocha ou gelo, blocos de pedra (boulders), falésias (costas) e montanhas rochosas

Montanhistas com mais de 40 anos como manter-se ativo com qualidade?

Origens históricas

A história em torno das primeiras práticas de escalada esportiva remete às práticas de montanhismo e de alpinismo, das quais o termo “escalada” teria sido generalizado, passando então a englobar diferentes manifestações. Desse modo, a origem da escalada é atribuída ao ano de 1786, quando os franceses Jacques Balmat e Michel Paccard escalaram o Mont Blanc – montanha localizada nos Alpes, na fronteira entre França e Itália.

Esse evento é considerado o marco inicial para as práticas de escalada porque, até então, não se tinha notícia de acontecimentos similares. Além disso, representa a origem da escalada, pois, pouco tempo depois, alguns esportistas ingleses e alemães estavam se dedicando à prática. Eles realizavam escaladas em paredões e com caráter de treinamento, ou seja, com o intuito de desenvolver habilidades e qualidades físicas para subir montanhas.

Escalada no Brasil

O primeiro registro histórico da prática de escaladas de montanhas no Brasil com caráter intencional e não exploratório data de 1817. Nesse ano, a inglesa Henrietta Carsteirs, residente na cidade do Rio de Janeiro, escalou até o cume do Pão de Açúcar, fincando lá a bandeira de seu país. Com isso, sentimentos nacionalistas foram despertados nos portugueses colonizadores.

Considerando uma audácia o comportamento de Carsteirs, o soldado Lusiano José Maria Gonçalves escalou o Pão de Açúcar no dia seguinte ao feito da inglesa, trocando sua bandeira pela bandeira do Pavilhão Real Português. Com isso, uma nova prática teve início no país, culminando na “conquista” de diversas montanhas nesse mesmo século – a exemplo do Corcovado (1824), da Pedra da Gávea (1828), do Monte Olimpo (1879) e também do Pico das Agulhas Negras (1898).

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