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Antes de tudo, vale ressaltar que:
As informações deste post não esgotam o tema, e forma baseadas em normas nacionais e internacionais de segurança.

1. Modelos

Existem diversos modelos de mosquetões, porém há alguns que são mais comuns de serem utilizados, como:


Modelo Oval: Também conhecido como mosquetão simétrico, é o mais comum e versátil, sendo o mais utilizado no meio profissional.
Modelo D: Um dos modelos denominados assimétricos, o modelo D foi projetado para direcionar as fitas e cordas para os cantos opostos ao gatilho, onde apresentam maior resistência.
Pêra (HMS) : Também sendo um mosquetão assimétrico, a fita ou a corda se encontra sempre equilibrada a sua forma.

2. Materiais de fabricação

Os materiais mais comuns de serem utilizados na fabricação de mosquetões. ou conectores, são as ligas de alumínio, aço carbono ou aço inox.
A escolha do material dependerá de critérios como o ambiente a ser utilizado, os valores de resistência estática do seu conector e sua aplicabilidade. É recomendável que uma avaliação do ambiente seja feita antes da execução do trabalho, principalmente em ambientes com presença de produtos corrosivos, salinidade, umidade, etc.

3. Resistência

Todos os conectores deverão atender os requisitos das normas técnicas, e para isso, são feitos teste como:

-Resistência estática: Que é o teste de força do equipamento, e são feitos em ambos os eixos do mosquetão, travados e destravados.
-Resistência a corrosão: Onde os equipamentos são submetidos a dois períodos de 24h em névoa salina.

Os ensaios também constam com testes de resistência dos fechos.

Estes testes garantem que o equipamento atenda os requisitos das normas de segurança proposta, e concluem que a resistência mínima que devem suportar seja entre 20 kN e 22 kN.

4. Travamento do Fecho

Dentre os tipos de trava, os 3 tipos mais utilizados são:

Em geral, a trava rosca manual é a mais comum em atividades verticais, porém a tripla trava automática é a mais segura.

5. Limpeza

Com o uso frequente, é muito importante inspecionar e limpar os mosquetões, para tirar resíduos de poeira e sujeira.
Caso a limpeza não seja feita, o gatilho pode correr o risco de não fechar corretamente.

Além da limpeza, é interessante lubrificar a mola e os pinos com um óleo lubrificante recomendado pelo fabricante.

6. Conservação

Evite armazenar os mosquetões em locais úmidos, corrosivos, arenosos, ou que possa danificar o equipamento.
Guarde-os em uma mochila, ou um local apropriado, que seja seco, livre de umidade ou de produtos químicos.

7. Cuidados

Atente-se a amassados, sulcos ou deformações, isso compromete a segurança do equipamento. Caso encontre trincas, rebarbas ou arestas, inutilize o mosquetão.

É importante ressaltar que caso você como profissional esteja em dúvida em relação a segurança de seu equipamento, descarte-o.

Texto de Paulo Ferreira Bruxo
Instagram: pauloferreira_bruxo
E-mail: bruxopaulo@uol.com.br
Telefone: +55 (21) 98123-2393

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